Vou deixar uma foto linda depois volto para falar dessa estação que amo.
(e a pergunta que não quer calar, e eu desgosto de alguma?..rsrs)
Ana Paula, obrigada pelo carinho!
Sejam bem vindas e bem vindos para conversa regada a uma boa xícara de chá.Qual o seu preferido?
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terça-feira
sábado
E a primavera chegou...
Essa flor, tirei do jardim da faculdade, linda!
e eu nem percebi,na verdade esqueci....buá!
Vidinha corrida.
E vamos a uma cópia sem mudar uma vírgula porém dando a fonte: Círculo Sagrado
O Sabbat do Equinócio da Primavera, também conhecido como Sabbat do Equinócio Vernal, Festival das árvores, Alban Eilir, Ostara e Rito de Eostre, é o rito de fertilidade que celebra o nascimento da Primavera e o redespertar da vida na Terra. Nesse dia sagrado, os Bruxos acendem fogueiras novas ao nascer do sol, se rejubilam, tocam sinos e decoram ovos cozidos - um antigo costume pagão associado à Deusa da Fertilidade.
Os ovos, que obviamente são símbolos da fertilidade e da reprodução, eram usados nos antigos ritos da fertilidade. Pintados com vários símbolos mágicos, eram lançados ao fogo ou enterrados como oferendas à Deusa. Em certas partes do mundo pintavam-se os ovos do Equinócio da Primavera de amarelo ou dourado (cores solares sagradas), utilizando-os em rituais para honrar o Deus Sol.
Os aspectos da Deusa invocados nesse Sabbat são Eostre (a deusa saxônica da fertilidade) e Ostara (a deusa alemã da fertilidade). Em algumas tradições wiccanas, as deidades da fertilidade adoradas nesse dia são a Deusa das Plantas e o Senhor das Matas.
Como a maioria dos antigos festivais pagãos, o Equinócio da Primavera foi cristianizado pela Igreja na Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. A Páscoa (em inglês "Easter", nome derivado da deidade saxônica da fertilidade, Eostre) só recebeu oficialmente esse nome da Deusa após o fim da Idade Média.
Até hoje, o Domingo de Páscoa é determinado pelo antigo sistema do calendário lunar, que estabelece o dia santo no primeiro domingo após a primeira lua cheia, no ou após o Equinócio da Primavera. (Formalmente isso marca a fase da "gravidez" da Deusa Tríplice, atravessando a estação fértil.) A Páscoa, como quase todas as festividades religiosas cristãs, é enriquecida com inúmeras características, costumes e tradições pagãos, como os ovos de Páscoa e o coelho. Os ovos, como mencionado, eram símbolos antigos de fertilidade oferecidos à deusa dos Pagãos. A lebre era um símbolo de renascimento e ressurreição, sendo animal sagrado para várias deusas lunares, tanto na cultura oriental como na ocidental, incluindo a deusa Ostara, cujo animal era o coelho.
Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio da Primavera são os ovos cozidos, os bolos de mel, as primeiras frutas da estação em ponche de leite. Na Suécia, os "waffles" eram o prato tradicional da época.
Incensos: violeta africana, jasmim, rosa sálvia e morango.
Cores das velas: dourada, verde, amarela.
Pedras preciosas sagradas: ametista, água-marinha, hematita, jaspe vermelho.
Ervas ritualísticas tradicionais: bolota, quelidônia, cinco-folhas, crocus, narciso, corniso, lírio-da-páscoa, madressilva, íris, jasmim, rosa, morango, atanásia e violetas.
Vou fazer diferente, em vez de por uma foto da deusa Eostre, colocarei da deusa Flora que é reverenciada no dia 28 de abril.
segunda-feira
Quatro por quatro
São 6:00 da manhã e o sol invade meu quarto
Aquecendo os lençóis amassados
Exalando o cheiro das secreções misturadas numa
Coqueteleira de carne, despudor e até talvez alguma violência
Te procuro, mas já sei, você não está aqui
É verão, o jovem casal caminha em direção à praça
Ele, carrega os livros dela, ela carrega a flor recém roubada
Beijos singelos, discretos,
dentro da concepção de pureza e respeito de um amor iniciante


São 12:00 horas.
Toalha florida, colher tilintando no gelo que bóia no suco,
almoço na varanda, para sentir a brisa primaveril, anunciando pós refeição,
o degustar das boas-vindas num banho de gelatina de frutas.
Já é primavera, os casais se rejubilam
Atribuindo no desfile das flores transmutadas em cores
Uma vida à dois sem dissabores.
Mas o que vejo é só o colorido outonal de meus pensamentos
Não comemos a gelatina.

São 4:00 da tarde, o vento noroeste,
me anuncia que é hora de tomar chá.
Talvez o calor do líquido me aqueça, talvez eu sobreviva.
O vento lá fora,o namorado ajuda a mocinha a amarrar o cabelo,
E suavemente ele escorrega as mãos até o rosto dela,
Tirando a franja de seus olhos, então quando ela sorri,
ele a beija, a vendo como menina, em seu rabo-de-cavalo

São 8:00 da noite. Sentávamos pra jantar,
e nessa hora trocávamos nossos dias,
Narrando as frivolidades, chateações e prazeres
É inverno, o casal, atravessa apressado a praça
Agarrados, e na troca de olhares, aquecendo
O frio cortante, que até congela a alma
Minha respiração não mais embaça o vidro
Porque meu corpo há muito jaz estendido
No frio assoalho
Em forma fetal

Do meu outro blog: www.umaspalavrasaovento.blogspot.com

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