Eu gosto de experimentar na cozinha.
Adoro o desafio de ter alguns ingredientes que antes não os tenha misturado e portanto ficar a dúvida se vai ficar bom.
Se bem que...do jeito que sinto os sabores,aromas, as misturas, já meio que sei sim, que vai dar certo e ficar muito bom,para ser repetido novamente.
Dois ingredientes que me têm dado muitos sabores inusitados são o queijo parmesão ralado na hora e o alecrim fresco.
Nessa receita o alecrim entra no cozimento do feijão. E o parmesão largamente pulverizado por cima do feijão bem quente.
O alecrim confere um leve toque mentolado.
E queijo parmesão já ralado com cheiro de chulé, não entra mais aqui em casa. Parmesão tem que ser em pedaço, que você rala na hora de servir.
Fiz um cuscuz como manda a embalagem, misturar um pouco de água e sal deixar descansar por uns 10 minutos,cozinhar na cuscuzeira.
Fritei alguns temperos em azeite extra-virgem como cebola,alho, pimentão e azeitona preta. Joguei o cuscuz esfarelando-o e mexendo rapidamente.Mais um pouco de azeite se necessário e servir logo. Uma salada a sua preferência e está pronto para deliciar o paladar.
As texturas diferentes brincam na boca. Os sabores pulam: o picante da azeitona, o leve adocicado da cebola que ao ser frita perde seu ardor característico, o sal perfeito do parmesão,que derrete e dá o toque de sua origem,o leite.
Muito parmesão,muito mesmo!
Valeu repeteco!
Sejam bem vindas e bem vindos para conversa regada a uma boa xícara de chá.Qual o seu preferido?
quinta-feira
Organizar é preciso
Independente de conhecer a arte milenar do Feng Shui, organizar é preciso. E isso no fundo todos sabemos.
Estou num processo tão desesperador de ter as coisas em ordem que estou até com medo de acabar desfazendo de algo realmente necessário.
Estou na vibe do "se não usa por seis meses", joga fora (doar também vale).
Já faz algum tempo que percebi que ter na geladeira só o que vou usar logo, além de ter comida fresca, parei de correr o risco de ter coisas estragadas. E isso me deu um bom alívio tanto no bolso como no coração. (não seria na razão?...)
Ter menos significa não perder tanto tempo na manutenção. Por que vamos combinar...ficar horas e horas espanando, polindo,re-colocando no lugar...poderíamos estar em outra atividade muito mais prazerosa. A não ser que você seja workhoolic e tenha TOC nefasto por limpeza ferrenha, daquela que caiu um pozinho e você já está surtada com o cachorro,com o marido com o filho.
Roupas - é outra coisa que em geral as pessoas são mais resistentes a se desfazer,principalmente se não vivem mudando de manequim. Ou então moram em lugar com estação definida e guaram para usar no frio, no verão (férias).
Minhas roupas uso até o finzinho mesmo. E já está na hora de serem descartadas. Já deram o que precisavam. Acabou o ciclo delas.
Dias desses abri o baú de livros e fiquei muito satisfeita por ter descoberto que está limpo,organizado e atualizado. O que está lá dentro ( e tem espaço) é o que fica mesmo. Até estava com vontade de me desfazer de um bom número de tarefifas escolares dos filhos,mas quando a filha viu suas coisinhas de jardim,se agarrou,ficou babando, toda orgulha de si,de seu feitos na mais tenra idade e eu...? Desisti da ideia. Depois guardamos e é isso. Algumas coisas ficam mesmo. Mas só algumas coisas! Não todas!
O baú de artesanato também está limpo de coisas. Só o necessário para um dia produzir algo (oi? estou me contradizendo na história do "se não usa por seis meses"? Não, alí tem investimento e não seria lógico jogar fora ou doar para alguém que nem usaria mesmo), como velas, biscuit. Coisas que já me deixaram muito feliz, rendeu dinheiro, prazer e a satisfação de ter criado, by myself.
Hoje vou organizar o armário de louças,plásticos e afins. Muita coisa vai sair de lá. Só deixar o que uso mesmo. Não aguento ver tanta tampa, copinho de requeijão e outros "bregueços".
Organizar é preciso. Economiza tempo, não cansa e ainda dá uma sensação de mais beleza a volta. E se está dentro de armários e gavetas, nos dá a sensação que a vida está em ordem em todos os aspectos.
Peguei essa foto desse blog e tem uma postagem com ideias de muitas formas de organização.
Estou num processo tão desesperador de ter as coisas em ordem que estou até com medo de acabar desfazendo de algo realmente necessário.
Estou na vibe do "se não usa por seis meses", joga fora (doar também vale).
Ter menos significa não perder tanto tempo na manutenção. Por que vamos combinar...ficar horas e horas espanando, polindo,re-colocando no lugar...poderíamos estar em outra atividade muito mais prazerosa. A não ser que você seja workhoolic e tenha TOC nefasto por limpeza ferrenha, daquela que caiu um pozinho e você já está surtada com o cachorro,com o marido com o filho.
Roupas - é outra coisa que em geral as pessoas são mais resistentes a se desfazer,principalmente se não vivem mudando de manequim. Ou então moram em lugar com estação definida e guaram para usar no frio, no verão (férias).
Minhas roupas uso até o finzinho mesmo. E já está na hora de serem descartadas. Já deram o que precisavam. Acabou o ciclo delas.
Dias desses abri o baú de livros e fiquei muito satisfeita por ter descoberto que está limpo,organizado e atualizado. O que está lá dentro ( e tem espaço) é o que fica mesmo. Até estava com vontade de me desfazer de um bom número de tarefifas escolares dos filhos,mas quando a filha viu suas coisinhas de jardim,se agarrou,ficou babando, toda orgulha de si,de seu feitos na mais tenra idade e eu...? Desisti da ideia. Depois guardamos e é isso. Algumas coisas ficam mesmo. Mas só algumas coisas! Não todas!
O baú de artesanato também está limpo de coisas. Só o necessário para um dia produzir algo (oi? estou me contradizendo na história do "se não usa por seis meses"? Não, alí tem investimento e não seria lógico jogar fora ou doar para alguém que nem usaria mesmo), como velas, biscuit. Coisas que já me deixaram muito feliz, rendeu dinheiro, prazer e a satisfação de ter criado, by myself.
Hoje vou organizar o armário de louças,plásticos e afins. Muita coisa vai sair de lá. Só deixar o que uso mesmo. Não aguento ver tanta tampa, copinho de requeijão e outros "bregueços".
Organizar é preciso. Economiza tempo, não cansa e ainda dá uma sensação de mais beleza a volta. E se está dentro de armários e gavetas, nos dá a sensação que a vida está em ordem em todos os aspectos.
Peguei essa foto desse blog e tem uma postagem com ideias de muitas formas de organização.
sexta-feira
Um fim ou um intervalo para a próxima temporada?
E a minha Beijinho se foi.
O que fica forte nessas horas? É a lembrança de que ao menos no mundo ocidental não estamos preparados para a morte, que ironicamente é a única coisa que temos certeza que vai acontecer a todos!
O que não importa agora?
É questionar porque fiquei doente convalescendo ainda muito fraca, sob os cuidados de minha mãe na casa dela e ter que “largar” os cuidados diários do gatil nas mãos da minha filha adolescente. Não questionar porque não tinha dinheiro para comprar de imediato o remédio correto, e não tentar “salvar” a situação com o que eu tinha em casa até o dia de ter dinheiro para poder levá-la ao atendimento veterinário. É não questionar porque uma gata que nunca saiu de casa, nunca pisou na calçada ou subiu em muros, teve contato com gatos de rua e teve uma infecção tão forte. Ao menos teoricamente não teve contato com gatos de rua, lembrando que resgatei duas e pus dentro de casa. Também não serve de nada questionar porque eu nunca consegui vaciná-la com a tríplice. E não questionar a “coincidência” dela apresentar o mesmo quadro que quase me levou daqui:plaquetas baixas!!!
Não é hora de questionar!!!
Não vai trazê-la e nem aliviar em nenhum segundo cada dor que sentiu!
A dor da saudade, a dor da decisão a ser tomada numa tentativa louca de amenizar o sofrimento da minha bebê, é o que grita agora.
Catar os últimos pelos que vieram grudados na minha blusa numa homenagem num vínculononsense de ter literalmente um pedacinho dela para sempre.
E me agarrar num desespero visceral no consolo de que fui privilegiada por tê-la na minha vida. Por ter o motivo da saudade de nossos joguinhos: “Cadê a minha Beijo? Cadê a minha Beijona? Cadê a minha coelha sem orelha?” De lembrar do miado rouco, que nenhum outro gato teve antes...
De poder esboçar um sorriso meio sem graça,meio forçado em lembrar disso. Ela nasceu dentro da minha casa e aqui dentro foi rainha absoluta.
De poder agradecer que ela tenha morrido nos meus braços, onde antes a cheirei e ela tinha um cheiro doce. E acreditar que é possível cumprir a promessa de que um dia nos veremos de novo.
Nessa luta dentro do Vakinha* alguns casos tem êxito, outros chegamos “tarde”. Vakinhas e Vakinhos eu tenho forças e fé para dizer que nessa vida onde a morte é a única certeza, termos o poder de senão salvar,mas dar um fim digno a esses serem encantadores que nos ensinam tanto, cada um com sua personalidade caracterísitca ÚNICA é precioso.
www.vakinhapermanente.com.br *
www.vakinhapermanente.blogspot.com
Como o bambu
As vezes tudo sai bem ao contrário do que planejamos.
E nessas horas cabe o ditado oriental onde fala que o bambu diante de uma tempestade,não se opõe,mas sim se enverga,o mais flexível e assim não se quebra diante a fúria do vento.
No final do ano passado eu tinha planos bem definidos, comecei o ano botando em prática e tive que fazer modificações radicais, como trancar a faculdade.
Então com o plano B em execução vem um baque uma virose que ainda não sei afinal o que eu tive (aguardando o resultado dos exames) e me fez rever tudo na minha vida. Afinal passei um sufoco,achei que ía morrer por causa das plaquetas caindo vertiginosamente. Não é forma de dizer, eu achei sim que ía morrer.
E se o destino assim o quer, que eu mude tudo de novo assim farei, me envergarei...
E nessas horas cabe o ditado oriental onde fala que o bambu diante de uma tempestade,não se opõe,mas sim se enverga,o mais flexível e assim não se quebra diante a fúria do vento.
No final do ano passado eu tinha planos bem definidos, comecei o ano botando em prática e tive que fazer modificações radicais, como trancar a faculdade.
Então com o plano B em execução vem um baque uma virose que ainda não sei afinal o que eu tive (aguardando o resultado dos exames) e me fez rever tudo na minha vida. Afinal passei um sufoco,achei que ía morrer por causa das plaquetas caindo vertiginosamente. Não é forma de dizer, eu achei sim que ía morrer.
E se o destino assim o quer, que eu mude tudo de novo assim farei, me envergarei...
quinta-feira
Sabores de infância
Quando eu vim pela segunda vez ao nordeste passar férias, voltei para a baixada santista com um sabor diferente, diferente e o que podemos chamar "confort food". Doce de coco com rapadura, servido na folha de bananeira, feito pela minha avó materna a D. Modesta.
Tenho a graça de ter minha vozinha viva e lúcida, hoje contando com 83 anos. Ela não vai mais para a cozinha. Agora é hora de descanso. Teve uma vida toda dedicada a família com muita luta, sem conforto,vivendo num sítio. Mas de um coração!!! Quando chegavam netos na casa dela tinha um disposição de fazer o doce ou a comida que fosse pedido.
Saudades de tempos bons...
Tenho a graça de ter minha vozinha viva e lúcida, hoje contando com 83 anos. Ela não vai mais para a cozinha. Agora é hora de descanso. Teve uma vida toda dedicada a família com muita luta, sem conforto,vivendo num sítio. Mas de um coração!!! Quando chegavam netos na casa dela tinha um disposição de fazer o doce ou a comida que fosse pedido.
Saudades de tempos bons...
domingo
Divisor de águas
É como estou me sentindo, depois de 4 dias internada no Isolamento e para elevar as plaquetas.
Novas resoluções...
quinta-feira
Dia 1º de fevereiro...dia de
Feitiçaria...
Blessed Be!
uptodate 02/03/2012
Hiii gentem,errei é de março!!!...kkkk
Valew Nadja!
Blessed Be!
uptodate 02/03/2012
Hiii gentem,errei é de março!!!...kkkk
Valew Nadja!
Síndrome do ninho vazio
Hoje foi o primeiro dia da faculdade do meu filho de 21 anos. Estou muito feliz!Estou orgulhosa!!
Estou feliz,orgulhosa e meio tristinha...e sei o que é que está se passando comigo. Tem nome: síndrome do ninho vazio.
O ninho não está totalmente vazio,ainda tenho minha pequena de 12 anos.
O meu passarinho loirinho não está tão longe assim, só 86 km e poderemos nos ver e nos falar com muita frequencia, afinal eu também estarei perto dele 3 x por semana, porque também faço faculdade na cidade onde ele começou a dele hoje.E tem os fim de semana também!
Como a vida nos prega peças, eu tive a pequena para fazer companhia a ele. Eu trabalhava como um exemplar operária da época da revolução industrial,sem horário fixo,sem folga,sem férias, e resolvi dar uma companhia a ele. E hoje quem vai me fazer companhia será ela.
Aqui fala um pouco sobre essa síndrome, mas eu fico pensando se não tem mais coisa nessa história...
será posse de mãe? cuidado em extremo? ciúme por não ser mais tão necessária assim? e etc etc etc...
O que me acalenta é que nesses dois últimos anos apesar da minha faculdade ter me obrigado a ausentar de casa por 10 horas diárias cinco vezes por semana (quase como um emprego!!) pudemos vivenciar ótimos momentos em família. Aos finais de semana era imprescindível o café da manhã juntos! O almoço nem tanto já que ele transitava entre nossa casa e a da minha mãe. O jantar juntos. Férias, filmes e mais filmes.
Ontem ele deixou uma série no pc para eu assistir.Eu vou assistir!
Estou feliz,orgulhosa e meio tristinha...e sei o que é que está se passando comigo. Tem nome: síndrome do ninho vazio.
O ninho não está totalmente vazio,ainda tenho minha pequena de 12 anos.
O meu passarinho loirinho não está tão longe assim, só 86 km e poderemos nos ver e nos falar com muita frequencia, afinal eu também estarei perto dele 3 x por semana, porque também faço faculdade na cidade onde ele começou a dele hoje.E tem os fim de semana também!
Como a vida nos prega peças, eu tive a pequena para fazer companhia a ele. Eu trabalhava como um exemplar operária da época da revolução industrial,sem horário fixo,sem folga,sem férias, e resolvi dar uma companhia a ele. E hoje quem vai me fazer companhia será ela.
Aqui fala um pouco sobre essa síndrome, mas eu fico pensando se não tem mais coisa nessa história...
será posse de mãe? cuidado em extremo? ciúme por não ser mais tão necessária assim? e etc etc etc...
O que me acalenta é que nesses dois últimos anos apesar da minha faculdade ter me obrigado a ausentar de casa por 10 horas diárias cinco vezes por semana (quase como um emprego!!) pudemos vivenciar ótimos momentos em família. Aos finais de semana era imprescindível o café da manhã juntos! O almoço nem tanto já que ele transitava entre nossa casa e a da minha mãe. O jantar juntos. Férias, filmes e mais filmes.
Ontem ele deixou uma série no pc para eu assistir.Eu vou assistir!
sexta-feira
#VemNiMimTCC
E o TCC chegou!
Contradizendo o que eu disse aqui resolvi fazer o TCC - Trabalho de Conclusão de Curso.
Fui na aula para ser ouvinte e ir pegando as dicas para montar minha monografia. Porém senti segurança em fazer o TCC agora e não em 2 semestres e ainda,ter o dinheiro para bancar a coleção, que serão 5 "looks" dos 25 croquis a serem apresentados no trabalho.
Certa vez ouvi dizer que em geral a sua primeira ideia é a que você de fato vai aplicar. No segundo semestre em Desenho Técnico desenvolvi uma coleção com 15 "looks" onde o tema foi os Neopagãos. Fiz uma pesquisa rápida com alguns contatos do Facebook com integrantes ou simpatizantes da religião wicca e de outras linhas do paganismo, mas que na sua essência, os bruxos. Ao longo do curso outros temas ficaram na minha cabeça como opção,mas...é a minha menina dos olhos o tema do neopaganismo. As roupas fluidas,saias rodadas, cintura marcada,busto em destaque,tecidos para durarem e por isso mesmo se tornavam macios por serem exaustivamente usados. Poder fazer um resgate da época medieval onde eu sempre fui apaixonada por aquelas roupas de saias longas,mangas bufantes, tecidos rústicos, ornamentos diversos. A coleção é que toda fictícia,com marca,logo,loja, sim até a planta da loja tem que ter! Será para a estação primavera/verão.
A ansiedade inicial está tomada agora pelo frisson de poder por no papel todo o conhecimento desses 5 semestres, onde agora vem a mente uma "linkagem" das disciplinas. Fazer o painel de tendência,o painel de inspiração,definir a cartela de cores e tipos de tecidos e aviamentos, como será a aplicação da Linguagem Visual tanto na coleção como na marca, como na loja. A ergonomia de cada peça de roupa,sua adequação visando o conforto porém nunca deixando a estética e o "q" de apaixonar que a peça pode proporcionar.Fazer uma roupa que vai além de necessidade inicial de vestir,cobrir,proteger mas de responder a alguma necessidade sua. A inspiração do o que construir vem do designer japonês Yohji Yamamoto. Ele fala que faz roupa para pessoas que buscam na memória um conforto. Um conforto de um passado,de uma boa lembrança, de algo que quer reviver ou continuar vivenciando.É isso que eu quero propor para meu cliente, uma roupa que vá além da necessidade do vestir o corpo. Uma roupa que faça parte da sua memória,seja sua identidade.
Possivelmente farei outro blog,para ir registrando todo o processo.
Mas aqui sempre que der virei dar uma palavrinha sobre o TCC.
Agora tenho que acalmar minha mente para focar no passo - a - passo do processo todo,pq no momento começo algo e já fico pensando em outras 3 simultaneamente, de tão feliz de tão estimulada que estou.
Feliz e como diz minha prima que trabalha com faturamento e que todo fim de mês escreve #vemNiMim(e escreve o mês do ano que vem a seguir, exemplo: #VemNiMimMarço) eu agora escrevo
#VemNiMimTCC
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